...No princípio era o Verbo...

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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

inflammable

nunca me esgoto por ver esgoto e ver céu por todo lado que me encosto
em viés a perspectiva sempre se sustenta
pois é enviezada que a verdade de cada um está,
perfilada com a Vida Viva.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

por Amor ao Quê que nos nutre

corta a corda da cultura. corta na cara da fartura!
pra que aqueles que ainda se enfeitam com usuras, e outras caras jóias, pedirem logo a conta
do Amor merecido pela Própria figura:
Deus é você, meu irmão, e a Casa é sua
- na saúde ou na doença - a Casa é sua, pra cuidar.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

o silêncio não incomoda mais
nem as vozes
dentro e fora de mim
não são mais ruídos.
Tudo está preenchido do Sagrado
e sendo assim,
não há um milímetro de algo
que possa ser considerado ruim.

sábado, 29 de maio de 2010

maravilidades

...the Greatest Artist...





still, there are those who get to experience the most terrific fabulous and undeveloped events by the Self experience on psychedelic plants or by entering unwary in altered states of consciousness fallin asleep; and yet they go undisturbed by the mad beauty inehent in every sacred piece of Existence, It has all been made of.
there are those who realize the comprehensible, over the unspeakable, thrills in especulation but not in perceiving, takes the described for the description, etc, etc...



deserto de Utah, estados unidos. foto tirada por Wally Patcholka com uma lente 50mm e 30 segundos de exposição. a iluminação de dentro da caverna provém da lua cheia.


chamada "O Olho de Deus", nebulosa Helix, apenas a 650 anos-luz daqui. ;)


nebulosa da Mariposa




nebulosa trífida. ps: se liga na lesminha de antenas, verde, no canto inferior esquerdo.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

karma em dharma

auschwitz

sobre o campo
brotam do orgânico
orquídeas e gerânios

domingo, 3 de janeiro de 2010

Biocentrismo

O nascimento e a morte, a ascendência e a decadência, não são símbolos da finitude e do perecimento, são ao contrário, a expressão mais pura de como se mantém a eternidade.
Quando pensamos eternidade pensamos algo perene e constante, inabalável, imóvel, algo que sempre permanece. no entanto, muito nos confunde pensar que o fato de ser perene se sustenta através da eterna renovação.
Concebemos a morte como fim, pois temos como único ponto de vista o fim da vida de um indivíduo, não exnergamo-lo dentro do contexto ao qual serve (e do qual é servido); custamos a perceber que a morte de um ser, serve à vida de um organismo maior, só percebemos os ciclos da terra e da carne sem temor, quando estendemos nosso olhar aos demais seres deste planeta. Somente entendemos a Eternidade quando vemos os frutos das árvores caírem no solo, "mortos" (perfeitos para a nossa alimentação e desenvolvimento e a de muitos outros), e com a sua morte o solo ser fertilizado, e mais uma vez coroado com sementes e novas possibilidades de vida. Vem um inseto e poleniza uma flor, que fará nascerem outras flores; vem um pássaro, come a fruta da mesma árvores e deixa cair as sementes ao longo do seu caminho; esse pássaro morre na mandíbula de um lobo, e esse lobo terá dentro de si o que precisa para viver - assim são todos os animais, sabem o que precisam, sabem se render quando vêem que isso é necessário, e jamais vacilam em sua profunda conexão com a Terra.

A Eternidade só é compreensível sob um ponto de vista cosmológico, nunca sob um olhar individualista, ou especista.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

mente quem diz que a lua é velha*




plena como a lua cheia, hoje ninguém vai me tirar do prumo!
tenho atrás de mim a certeza do sol
e o rei de ouros sobre meu rumo!
também não há dúvidas, nem sombra, e nem há curvas!
hoje
há só o sol (que aquece as costas) e anuncia
o começo de renovadas lutas!

Jaya mãe Lua!



* "mente quem diz que a lua é velha
a lua, quando ela roda, é nova
crescente ou meia
a Lua!
é cheia!
e quando ela roda, minguante e meia
depois é lua nova(mente)
quem diz que a lua é velha!"

Quem sou eu